Blogs at twiki.softwarelivre.org /bin/view/Blogs pt AmadeuJunior: Como traduzir HTML para TWiki usando XSLT 2008-10-06T14:36:46+00:00 /bin/view/Blogs/BlogPostAmadeuJunior20081006145914 --> Para aqueles que usam TWiki mas seu servidor não tem os editores visuais como o TinyMCE ou mesmo se você não quer poluir um tópico TWiki com código HTML, há uma alternativa que é converter HTML para a marcação TWiki. Há bibliotecas Perl para isso, mas um método alternativo e rápido é usar a conversão baseada em XSLT.

É preciso instalar:

  1. aptitude install xsltproc
  2. baixar o template em http://elmuerte.com/html2twiki/
  3. rodar:
    $ xsltproc html2twiki.xslt /caminho/arquivo.html

Agora é só copiar e colar no seu tópico TWiki. Observe que os estilos CSS são apresentados fora das tags <style>, assim será preciso algum ajuste. Esse XSLT que achei não suporta tabelas, mas já é bem útil, seria uma boa integrar isso no Tomboy. ]]> MarceloBranco: 8 anos sem a Vânia 2008-10-05T18:06:02+00:00 /bin/view/Blogs/BlogPostMarceloBranco20081005180602 --> /pub/Blogs/BlogPostMarceloBranco20081005180602/Vania2.jpeg

Vânia Araújo Machado 1965-2000 ]]> AntonioTerceiro: qualidade de código: mais alguns brinquedos para Ruby e Rails 2008-09-27T14:47:02+00:00 /bin/view/Blogs/BlogPostAntonioTerceiro20080927144741 -->

  • Roodi, Ruby Object Oriented Design Inferometer, procurar maus sinais em código através de análise estática.
  • tarantula é um plugin Rails pra fazer testes de spider na aplicação e achar (por exemplo) links quebrados.
  • Shoulda, blibioteca que estende o Test::Unit com uma sintaxe bem mais agradável -- e fácil de ler -- e contextos!

Shoulda, em sua versão voltada para aplicações não-Rails, vai estar no Debian em breve.

E, pra variar, algo que não é uma ferramenta mas é muito útil: Ruby on Rails Code Quality Checklist. ]]> MarceloBranco: Reunião com Lula em Brasília 2008-09-26T19:13:17+00:00 /bin/view/Blogs/BlogPostMarceloBranco20080926191317 --> /pub/Blogs/BlogPostMarceloBranco20080926191317/Lula_telecentrosPeq.JPG

Foto Ricardo Stuckert - (Presidência da República)

Reunião de trabalho do Presidente com as entidades da sociedade civil para discutir inclusão Digital e política para Telecentros.

Ontem eu estava trabalhando em Sampa, foi o lançamento da Campus Party 2009, e fui convidado através de um telefonema do gabinete do Presidente da República: uma reunião de trabalho sobre políticas para Telecentros e inclusão digital.

Foi difícil pra mim conseguir passagem, desmarcar as reuniões de hoje etc. Mas para uma reunião com o Presidente...minhas prioridades na sexta mudaram. Acordei às 4:30 e vim pra Brasília.

A reunião começou por volta das 10:30 e estavam presentes representantes de ONG's de inlcusão digital como Coletivo Digital, RITS, Sampa.org, Rede Marista de Educação e Solidariedade, Instituto de Pesquisas e Projetos Sociais e Tecnológicos - IPSO, eu e o Sady represendo a ASL (Associação Softwarelivre.org), além de representantes dos órgãos e programas governamentais. (possivelmente esqueci alguma entidade)

A discussão proposta pelo Presidente Lula e pelo assessor especial do Presidente, Cézar Alvarez, começou por uma avaliação das política de Telecentros. Todos falaram favoravelmente em manter o software livre nas políticas de inclusão digital, isso não estava em rediscussão. Pareceu um grande consenso e não houve divergências quanto a este tema. Todos os representantes das ONG's falaram também sobre a importância destes programas, da diferença qualitativa em relação as Lan House, da importância da forma descentralizada de como são geridos,do respeito as particularidades de cada local e da forma como eles estão sendo implementados.

Eu falei, na minha primeira intervenção, das razões para que estarmos fazendo inclusão digital: com objetivo de transitarmos o mais rápido possível da sociedade industrial para a sociedade em rede. Que os programas de inclusão, pensados apenas como Telecentros e outros pontos de inclusão, não passam de "medidas compensatórias" para recuperar a exclusão digital. Falei que devemos ter uma visão mais ampla do problema com a construção de uma política industrial para o setor de TIC's que estimule os nos novos relacionamentos econômicos em rede e uma política de reconversão do setor. Os contratos deveriam centrar nesta estratégia e o governo deveria contratar mais para usar o seu poder de compra para construir o novo modelo.

Um segundo ponto que deveria ser levado em consideração, é a construção de um marco legal que estimule a transição para a "sociedade em rede" e que tenha como base os direitos civis e humanos, uma política para o comércio eletrônico, proteção de dados, privacidade, etc...

Aproveitei para criticar a Lei dos Cibercrimes (recentemente aprovada pelo Senado) e o impacto negativo que esta vai trazer para os programas de Inclusão Digital, do desrespeito aos direitos civis e na relação desta com a convenção de Budapeste.

Falei da necessidade de termos um código civil para a Internet brasileira... O Edgar (coordenador da Casa Brasil) também falou contra a lei Cibercrimes...

Falei que os programas de inclusão digital deveriam ser pensados como uma grande Política Nacional de Inclusão Digital que vá além dos programas do governo federal. Que possa envolver neste programa os governos estaduais, as prefeituras e a iniciativa privada. Reclamei da ausência de representantes do programa "Pontos de Cultura" geridos pelo Ministério da Cultura, que na minha opinião, é o programa de inclusão mais exitoso do governo.

Falei do fenômeno das Lan House no Brasil e que, na minha opinião, o governo deveria ter uma política de estímulo a estes pequenos empreendedores como parte da estratégia para a inclusão digital.

No final, entreguei para ele meu texto, "A Internet não é um caso de Polícia" e o parecer da FGV sobre a lei.

O presidente, vestido com um casaco indígena boliviano presenteado por Evo Morales, falou que realmente existe cada vez mais pressão para que a Internet seja controlada. Falou, preocupado, que o Projeto já passou no Senado e que pode passar na Câmara. Ele estava informado sobre o assunto. Falou que necessitamos ter alternativas que respondam a questão dos crimes na Internet e contou um caso horrível de pedofilia que ele viu na Internet.

No encerramento, depois de mais de duas horas de debates, o Presidente Lula sintetizou a reunião falando da importância das parcerias com o poder público local (com os municípios) para um bom funcionamento dos Telecontros. O Presidente falou também que o governo deve ser o indutor dos programas, mas a gestão deve ser repassada para as entidades das comunidades locais. Que devemos ter as entidades das comunidades como cúmplice de todos os programas. Falou que o governo federal deve disponibilizar mais recursos no orçamento de 2009 para as políticas de inclusão digital e para os Telecentros.

No final da reunião aproveitei para entregar ao Presidente Lula o "report" da Campus Party 2008 (a Campus Party 2009 foi lançada ontem em Sampa).

Este é um super-resumo da reunião...

...acho que hackeamos legal. Fizemos, pelo menos, o Lula comentar o assunto e ficar sabendo que existe resistências em relação ao projeto Cibercrimes.

Marcelo

Vejam aqui o mapa da inclusão digital feito pelo IPSO

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Foto Ricardo Stuckert - (Presidência da República) ]]> MarceloBranco: Dada a largada para a Campus Party 2009 2008-09-25T20:40:27+00:00 /bin/view/Blogs/BlogPostMarceloBranco20080925204027 -->

Alguma coisa que saiu na Mídia:

Segunda edição do Campus Party abre inscrições - Abril.com

Campus Party 2009 terá acesso à internet de 10Gb - Clic RBS-SC

Campus Party 2009 terá conexão de 10 Gbps para os 6 mil participantes- PC World

Campus Party Brasil 2009 terá Internet de 10 Gb - Terra

Campus Party abre inscrições para a próxima edição em janeiro - Yahoo ]]> MarceloBranco: Campus Party 2009 2008-09-22T17:52:44+00:00 /bin/view/Blogs/BlogPostMarceloBranco20080922175244 -->

Campus Party apresenta sua segunda edição no Brasil

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Organizadores do evento farão coquetel de lançamento e concedem entrevista coletiva à imprensa no dia 25/9, às 11h30, no Centro Cultural São Paulo

A coletiva de lançamento oficial da segunda edição da Campus Party Brasil está marcada para a próxima quinta-feira, dia 25/9, no Centro Cultural São Paulo (Rua Vergueiro, 1.000), às 12h30.

Estarão presentes Paco Ragageles, diretor da Futura Networks e um dos criadores do maior encontro mundial de Internet, Marcelo Branco, diretor-geral do evento no Brasil, Roberto Andrade, diretor de comunicação da Campus Party na América Latina, além de representantes do Grupo Telefônica e dos governos federal, estadual e municipal, parceiros institucionais do evento.

As inscrições para a segunda edição da Campus Party Brasil, que acontece de 19 a 25 de janeiro de 2009, em São Paulo, serão abertas ao público no dia seguinte, 26/9, no site www.campusparty.com.br. ]]> AntonioTerceiro: Software Freedom Day 2008 em Salvador 2008-09-22T13:36:38+00:00 /bin/view/Blogs/BlogPostAntonioTerceiro20080922173600 --> Todo mundo está falando bem.

Realmente o evento foi muito legal, e eu gostaria de agradecer às pessoas que fizeram acontecer. Vocês sabem quem são. smile

Minha palestra foi bem, tirando o fato de no final não tinha quase ninguém mais. Acho que dizer "ó, quem não for desenvolvedor vai ficar voando" logo no começo não foi uma boa estratégia. wink

Por outro lado quem ficou estava realmente a fim de conhecer e fez perguntas realmente interessantes.

Estão disponíveis os slides (~ 400kb) e a aplicação de exemplo (~80kb, rails 2.1) feita durante a palestra. ]]> MarceloBranco: Softwarelivre.org - Porto Alegre 2008-09-13T18:46:57+00:00 /bin/view/Blogs/BlogPostMarceloBranco20080913184657 -->

Eu volto a coordenar a Associação Softwarelivre.org

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Fonte: Baguete Jornalismo Digital

Marcelo D’Elia Branco foi nomeado presidente da ASL - Associação Software Livre.org nesta quinta-feira, 11

O gaúcho, que foi vice-presidente da Procergs durante o governo Olívio e nos últimos anos trabalhava em projetos relacionados ao software livre do governo da Catalunha, retorna a Porto Alegre para a assumir a posição deixada por Sady Jacques.

“Volto a esta tarefa com muito gosto e com o desafio de comemorarmos o 10o aniversário do FISL realizando um grande evento para a nossa comunidade”, comenta Branco em e-mail enviado a seus contatos.

O novo presidente da ASL.org estará na capital gaúcha a partir da quarta-feira, 17. A posse da nova diretoria acontece na quinta, 11, às 19h, no Salão de Festas do Seprorgs (Felipe Camarão, 690).

Confira todos os integrantes da nova diretoria:

Conselho Geral

Titulares

Coordenador Geral - Marcelo D'Elia Branco Coordenadora Adjunta - Virgínia Silva Ferreira Coordenador Financeiro - Ricardo Fritsch Conselheiros Gerais - Fabrício Solagna, Priscila Kurtz Vieira de Carvalho, Gustavo Barboza de Melo e José Francisco Nunes Fernandez Suplentes 1° Suplente - Noemi Yoshinaga Cunha de Souza 2° Suplente - Carlos Eurico Pittas do Canto 3° Suplente - Sílvio Antonio Hoffmann Jacques

Conselho Fiscal

Titulares

1° Conselheiro - Paloma Brandão da Costa 2° Conselheiro - Douglas Kellerman 3° Conselheiro - Marlon Feijó Dutra Suplentes 1° Suplente - Gisele Machado de Oliveira 2° Suplente - Fátima de Fátima Torres Formoso 3° Suplente - Fabrizio Almeida Marodin

]]> MarceloBranco: l'Onze de Setembre, dia Nacional da Catalunya 2008-09-11T10:09:39+00:00 /bin/view/Blogs/BlogPostMarceloBranco20080911100939 -->

Feriado em Barcelona

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Hoje é feriado em toda Catalunya. É um dia especial em que os catalanes comemoram a derrota infligida pelas tropas espanholas de Felipe V de Borbón no ano 1714.

A história oficial conta que a Catalunya, "até então, tinha sido uma nação soberana e perdeu as liberdades nacionais, as leis próprias do país e sofreu a proibição da língua e da cultura própria.

Depois de anos de escuridão, em 1932, Catalunya recuperava uma parte de suas liberdades nacionais. Mas depois veio a repressão mais dura que jamais tenha sofrido , a tal ponto que podemos falar de uma tentativa de genocídio cultural.

A cada 11 de setembro muitos catalães e catalãs seguem manifestando-nos pelas ruas para reclamar o reconhecimento de nossos direitos nacionais, cultura e história.

O 11 de setiembro, para os catalães, é o dia da independência."

VISCA CATALUNYA!!

Agora eu e a Renata estamos indo para o Parque da Cidadela ver as comemorações....

fonte aqui.

]]> VicenteAguiar: EnANPAD 2008 e Software Livre 2008-09-11T00:03:57+00:00 /bin/view/Blogs/BlogPostVicenteAguiar20080911000357 --> Hoje eu apresentei um artigo sobre o Projeto GNOME que tinha por base minha dissertação de mestrado, no XXXII Encontro da ANPAD (Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Administração), mais especificamente na área de Impactos Socioculturais dos Sistemas de Informação :

  • "Software Livre e o Modelo Colaborativo de Produção entre Pares: uma Análise Organizacional sobre o Projeto GNOME"
  • Resumo: Este artigo discute as especificidades do modelo colaborativo de produção entre pares presente nas comunidades on-line de softwares livres - em particular, na comunidade relativa ao Projeto GNU Network Object Model Environment, mais conhecido pela sigla GNOME. Com base em uma pesquisa netnográfica de dois anos, o artigo analisa a organização do trabalho que dá vida ao processo de desenvolvimento colaborativo entre pares desse projeto de software livre, empreendido por mais de 300 hackers e colaboradores de todos os cinco continentes do globo por meio de uma comunidade on-line. Para tanto, leva-se em consideração algumas dimensões de uma realidade organizacional complexa como, por exemplo, a estrutura social, o fluxo de atividades, além dos impactos do ambiente tecnológico que compõem o processo de produção de um sistema computacional livre num projeto de magnitude internacional. A partir da análise desenvolvida neste artigo, conclui-se que este fenômeno organizacional, que emerge juntamente com as novas tecnologias da informação, parece desafiar boa parte dos conceitos e práticas que haviam sido ditados pela ciência da administração e pelo paradigma dominante da produção de softwares.

Foi bem interessante poder compartilhar parte dos resultados de minha dissertação neste evento acadêmico nacional, pois o entendimento sobre a questão dos softwares livres ainda está meio que "engatinhando" no meio acadêmico aqui no Brasil.

Contudo, foi possível ainda encontrar alguns outros trabalhos que, de alguma forma, tratavam sobre questões e problemáticas ligadas ao ecossistema dos softawres livres. Independente de qualquer tipo de avaliação sobre o conteúdo expostos nestes artigos, o lado positivo deles é que algumas pesquisas estão surgindo sobre esta importante temática no campo da Administração. Confira abaixo:

  • "Aprendizagem Individual em Comunidades Virtuais de Prática (COVPs): O Caso da Comunidade DEBIAN-BR-CDD no Brasil"
  • Resumo: "Este artigo tem como objetivo geral analisar como os indivíduos aprendem em comunidades virtuais de prática (COVPs), identificando fatores que condicionam o processo de aprendizagem nas mesmas e as estratégias comportamentais de aquisição de conhecimentos acionadas por seus membros. Para tanto, foi realizada pesquisa na Comunidade Virtual de Prática DEBIAN-BR-CDD, que se reúne em torno do objetivo de desenvolver e difundir o uso de software livre, em particular, do sistema operacional LINUX. Os resultados indicaram ter ocorrido alto grau de aprendizagem e compartilhamento de conhecimento neste ambiente, através do acionamento de estratégias comportamentais de aquisição de conhecimentos internos à comunidade prioritariamente. Verificou-se, ainda, que os processos de aprendizagem dos membros da DEBIAN-BR-CDD foram condicionados por fatores individuais e características socioculturais de seus membros, especificamente confiança e identificação com o grupo".

  • "Apropriabilidade, Mecanismos de Apropriabilidade e Inovação no Setor de Software Livre"
  • Resumo: "No final do século XX, uma nova forma de desenvolver, comercializar e distribuir softwaredespontou como uma revolução numa indústria tão importante para o estabelecimento de um novo paradigma econômico baseado na informação e no conhecimento. O movimento pelo software livre criado por Richard Stallman, na década de 80, e difundido desde então, apareceu como uma alternativa ao modelo de negócios de desenvolvimento, comercialização e distribuição de software chamado de “proprietário” que dominou a indústria de software nos últimos 30 anos. Do confronto entre os dois modelos esta pesquisa se concentra nas questões ligadas a apropriabilidade no processo de inovação e a propriedade intelectual no contexto do software livre. E como destaque entre seus achados na busca da relação entre mecanismos de apropriabilidade e o processo de inovação e seus construtos, existe uma indicação positiva, que a capacidade inovadora e a formação dos seus construtos parecem estar intactas. Isto é, as empresas continuam a buscar o processo de inovação, pelos caminhos apresentados no corte neo-schumpeteriano da teoria evolucionista, apesar das mudanças que ocorreram na construção dos mecanismos de apropriabilidade utilizados pelas empresas pesquisadas."

  • "Wikis e as Organizações: Usos e Aplicações"
  • Resumo: Neste ensaio será explorada a tecnologia dos wikis, aplicação Web que permite a qualquer pessoa escrever colaborativamente e editar documentos em tempo real. Pode acrescentar conteúdo sem a necessidade de conhecimentos técnicos informáticos sofisticados, o que tem trazido profundas implicações em vários cenários, nomeadamente nas áreas das corporações e no campo da educação. Ao abordar suas funcionalidades, características, vantagens e desvantagens, este ensaio enumera as principais áreas de utilização das ferramentas wikis, além de expor sobre os cuidados a serem observados quando de sua implantação. Por fim, articulam-se, ainda, os sistemas Wikis com a literatura sobre escrita colaborativa, buscando suas intersecções e apontando lacunas a serem supridas com a realização de pesquisas empíricas na área. Trata-se, portanto, de pesquisa bibliográfica ao estado da arte dessa ferramenta nas organizações.

  • "A Propriedade Intelectual como Elemento da Gestão do Conhecimento: o que Compartilhar?"
  • Resumo: A interação entre os indivíduos para a explicitação de conhecimentos tem sido instigada como uma das formas de compartilhamento de conhecimento para contribuir para o sucesso empresarial. Neste contexto, surge a questão: está claro para os empregados e gerentes o que deve ser compartilhado e o que deve ser protegido para garantir os negócios e evitar litígios? O artigo aborda o processo de adaptação do conjunto de orientações formais (política e norma) às leis (Lei nº 9.610/98 - Direito Autoral, Lei nº 9.609/98 - Programa de Computador e Lei nº 9.279/96 - Propriedade Industrial), como forma de regulamentação da proteção ao conhecimento. Trata-se de estudo, exploratório e descritivo, em uma empresa pública de Tecnologia de Informação e Comunicações (TIC), que considerou, principalmente, as abordagens sugeridas por Krog et al (2001) e King (2002). Os aspectos relevantes estabelecidos foram: princípios da Política de Propriedade Intelectual; estrutura de classificação da Norma; principais modelos de documentos da Norma; tópicos polêmicos. A conclusão aponta para a necessidade de entendimento apropriado em busca do equilíbrio entre a proteção ao conhecimento e o compartilhamento do conhecimento, de modo útil, considerando indivíduos e organizações.
]]>
AntonioTerceiro: Screenshot engraçado 2008-09-10T15:52:02+00:00 /bin/view/Blogs/BlogPostAntonioTerceiro20080910155202 --> Não sei porquê, mas o terminal onde eu estava rodando o mongrel enlouqueceu. Não sei como ele recebeu um caracter de controle e ficou assim:

Nada a ver, mas é engraçado. Matar o mongrel e dar um reset no terminal resolveu o caso. ]]> MarceloBranco: Barcelona! 2008-09-09T12:51:48+00:00 /bin/view/Blogs/BlogPostMarceloBranco20080909125148 -->

A Catalunya é minha casa também

Vídeo de Sardana - dança catalã (em frente a catedral de Barcelona)

Já estou a uma semana em Barcelona...ando pelas ruas com a sensação de que estou em casa. Estamos hospedados num ático (cobertura) de uma amiga no coração da cidade velha: el Born.

Ontem a Renata defendeu a tese dela na UPF e foi tudo maravilhoso.

Dias de sol, amigos e praias...e pouca internet. ]]> MarceloBranco: Barcelona, lá vou eu 2008-09-01T12:59:34+00:00 /bin/view/Blogs/BlogPostMarceloBranco20080901125934 -->

/pub/Blogs/BlogPostMarceloBranco20080901125934/Localització_Catalunya.png

Estou saindo hoje de Porto Alegre para Barcelona(chego amanhã meio dia).

Ficaremos pela Catalunya até o dia 16 de Setembro. A Renata vai defender sua tese de mestrado em saúde pública na UPF (Universitat Pompeu Fabra) e eu vou rever os amigos e companheiros de trabalho.

A Catalunya é, para mim, o meu segundo País.

Visca Catalunya!!

  • catalunya:
    Localització_Catalunya.png
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MarceloBranco: Brasília 2008-08-27T18:33:52+00:00 /bin/view/Blogs/BlogPostMarceloBranco20080827183352 -->

CONSEGI discute projeto Cibercrimes

Clique acima e veja a abertura com dança indígena Guarani. ver no Youtube aqui.

Hoje aqui em Brasília, no primeiro dia do CONSEGI (evento organizado pelo SERPRO), participamos de uma mesa que teve como tema "Projeto cibercrime e a democracia na internet", .

Compuseram a mesa:

- eu ( Projeto Software Livre Brasil )

- João Cassino ( http://www.cobra.com.br )

- Everton Rodrigues ( http://associacao.softwarelivre.org )

PL dos cibercrimes vai na contramão das políticas públicas no Brasil

Jonas ValenteObservatório do Direito à Comunicação - Liberdade na rede 28.08.2008

O Projeto de Lei 89/2003, aprovado no Senado e passando por nova discussão na Câmara dos Deputados, amplia o controle sobre o uso da Internet sob o pretexto de combater delitos cometidos na rede. Ele prevê a criminalização de práticas como a troca de dados sem autorização dos “legítimos titulares de rede”, a violação de redes e dispositivos e a difusão de “códigos maliciosos”, além de obrigar os provedores de acesso a armazenarem as informações sobre os dados de endereçamento eletrônico e as conexões realizadas nos três anos anteriores.

Para o estudioso de tecnologias da informação e da comunicação Marcelo Branco, a proposta vai na contramão das políticas públicas existentes hoje no Brasil sobre o assunto. Segundo o pesquisador, o Brasil tem se destacado nacional e internacionalmente por defender políticas mais flexíveis na área da propriedade intelectual. A afirmação foi feita em debate organizado no Congresso Nacional Sociedade e Governo Eletrônico (Consegi), que acontece em Brasília até o dia 29/8.

O governo federal, acrescentou Branco, está promovendo iniciativas nacionais e assumindo posições em fóruns internacionais que privilegiam o fomento à criação e a ampliação da livre circulação de conhecimento, em detrimento de ações que criminalizam novas formas de troca de conteúdos possibilitadas pelas tecnologias digitais.

O Brasil, por meio do Itamaraty, lidera a agenda do desenvolvimento na Organização Mundial de Propriedade Intelectual [OMPI], defendendo que a entidade deveria estimular a inovação e a competitividade. Hoje, a OMPI não faz isso, pelo contrário. Ela bloqueia a inovação e não estimula a competitividade”, lembrou. Na Cúpula Mundial da Sociedade da Informação (CMSI), realizada em duas etapas na Suíça e na Tunísia em 2003 e 2005, o Brasil também atuou contra o endurecimento das normas de proteção à propriedade intelectual.

No plano nacional, o estudioso ressaltou a iniciativa do Ministério da Cultura de promover a inclusão digital por meio do estímulo de novas práticas a partir de tecnologias digitais, cujo exemplo emblemático é o programa Pontos de Cultura. Outra ação do órgão neste sentido é o questionamento sobre a atual regulamentação do direito autoral no país, com a organização de seminários nacionais para discutir uma reforma do marco legal.

Sem igual no resto do mundo

Segundo Marcelo Branco, o PL-89 também se mostra desconectado das opções de regulação da Internet em outros países. Enquanto na Europa os tipos de violação citados no projeto são tratados na esfera civil, no texto da proposta eles são levados à legislação penal. Na Espanha, conta Branco, há um marco a partir dos direitos civis que protege os dados enviados e recebidos pelos cidadão na Internet e impede, por exemplo, a disponibilização por parte dos provedores de informações sobre as atividades realizadas em suas redes.

“Até na França o provedor tem que avisar três vezes para o cidadão que está cometendo uma ilegalidade. E se houver reincidência a pessoa é enquadrada na figura de delito civil”, disse. O governo francês é reconhecido por atitudes contrárias à liberdade na rede, tendo editado recentemente nova legislação coibindo a troca de arquivos peer to peer.

“No Brasil, se o projeto for aprovado, nós sairemos penalizando este tipo de prática com três anos de cadeia”, criticou.

Críticas

João Cassino, que participou do debate representando a empresa Cobra Tecnologia, listou o que considera os principais problemas do projeto. O primeiro seria a destruição das redes abertas de acesso à Internet. A proibição do acesso a uma rede sem autorização constante em um dos artigos, aliada à exigência de registro pelos provedores dos dados referentes às conexões realizadas impediriam, na prática, que uma pessoa pudesse entrar em uma rede sem fio com seu computador.

Além disso, o registro das informações de acesso para subsidiar investigações sobre indícios de delitos levaria a uma exigência de identificação do autor dos acessos, violando a privacidade da população no uso da Internet.

Outro ponto contestado por Cassino foi a exigência de autorização do “legítimo titular de rede” para transferir um arquivo de uma pessoa para outra. “Quem é este legítimo titular de rede? Se eu for repassar um e-mail que recebi a outra pessoa terei de pedir autorização ao Gmail?”, questionou.

Estas incertezas, continuou, são prejudiciais aos pequenos provedores e pontos de acesso comunitários. Em um embate judicial contra grandes operadoras ou empresas de conteúdo, a probabilidade maior é de decisões em favor das segundas.

Propagar a crítica

Para Everton Rodrigues, do programa governamental Casa Brasil, uma das razões do avanço do projeto a passos largos é o fato dos ativistas envolvidos com ações de inclusão digital e com tecnologias digitais livres não estarem cientes de seus riscos. Ele defendeu a ampliação dos debates e críticas públicas à proposta como forma de colocar a discussão para além dos que hoje estão envolvidos nela.

Ao final do debate, lembrou que a mobilização deve ser muito ágil, já que o PL irá tramitar na Câmara com rapidez a partir da volta do recesso parlamentar. O apelo já havia sido feito aos participantes do Consegi por críticos ao projeto de lei, que abriram faixas contra a proposta na abertura do evento, realizada no dia 27/8. Mas, durante o debate, soou o alerta de que será necessário muito mais do que isso para barrar o projeto ou seus artigos mais problemáticos na Câmara.

Especialistas temem que proposta sobre crimes na internet dificulte acesso à rede- Correio Braziliense

Agência Reuters- Para especialistas, projeto de lei pode encarecer acesso à Web

Lei contra Cibercrimes é discutida no Consegi-Comunicação Social do Serpro - Brasília, 27 de agosto de 2008

Acesso à internet pode ficar mais caro- G1

Lei contra crimes na Web é alvo de críticas no Consegi 2008- Convergência Digital

Consegi debate a democratização do conhecimento - SERPRO

Especialistas temem que proposta sobre crimes na internet dificulte acesso à rede - Sabrina Craide - Agência Brasil

Projeto de punição de crimes na internet pode atrapalhar inclusão digital, dizem especialistas- Portal de Imprensa

TV Verdes Mares-Globo

Projeto de lei pode encarecer acesso à web no Brasil - Tudo Agora

Correio da Bahia

Portal Exame - Abril

Yahoo Tecnologia

Folha de Pernambuco Digital

MSN-Dinheiro Propostas de punições para crimes na internet poderão encarecer o acesso

Diário do Grande ABC

Rádio GrandeFM

Portal Piauiense de Notícias

Portal Juiz de Fora - MG ]]> AmadeuJunior: Compiladores JIT e Firefox3.1 interpretando JavaScript mais rápido 2008-08-25T23:49:36+00:00 /bin/view/Blogs/BlogPostAmadeuJunior20080825234936 --> Conforme publicado pelo Stephen Shankland, o Firefox3.1 vai incorporar uma nova tecnologia para interpretação de JavaScript baseada na tecnologia de otimização de código por Trace Trees. Ao ler o post do Stephen fiquei empolgado, uma vez que a minha pequena experiência com o LuaJIT me mostrou que no OiL o ganho de desempenho chegou a cerca de 50% em certas aplicações (no caso um sistema de eventos CORBA, conforme gráfico de desempenho do LuaJIT versus o gráfico do Lua 5.1.3).

Alguns links valem a pena ser lidos:

  1. Post original do Stephen
  2. Proposta do aperfeiçoamento no Firefox
  3. Artigo acadêmico sobre Trace Trees - Incremental Dynamic Code Generation with Trace Trees
]]>
MarceloBranco: Congresso de Software Livre do Ceará 2008-08-25T16:47:02+00:00 /bin/view/Blogs/BlogPostMarceloBranco20080825164702 -->

Ceará discute projeto Cibercrimes

/pub/Blogs/BlogPostMarceloBranco20080825164702/CESOL.jpg *Foto: Silveira Neto

Foi uma semana de um convívio muito interessante com a comunidade de software livre do Ceará e com os convidados vindos de vários Estados do Brasil.

Também foi um espaço para discutir e colocar na mídia nossa crítica ao projeto Cibercrimes aprovado pelo Senado...

Áudio da minha palestra, Projeto cibercrimes-Azeredo e a Sociedade em Rede: desafios para construção de um modelo social, democrático no Brasil. (Aproximadamente 20MiB.)

Esta gravação foi feita pelo Silveira Neto e publicada originalmente no seu Blog.

obs: esse audio cortou um pedaço do começo da apresentação e não inclui a seção de perguntas no fim da apresentação.

Projeto sobre cibercrimes é tema do Questão de Ordem desta quarta-feira - Assembléia Legislativa do Ceará

Agora estou em Brasília para reuniões de articulação contra o projeto.

]]> MarceloBranco: Fortaleza - Ceará: Congresso de Software Livre 2008-08-14T18:53:03+00:00 /bin/view/Blogs/BlogPostMarceloBranco20080814185303 -->

Projeto Cibercrimes em debate no Ceará

/pub/Blogs/BlogPostMarceloBranco20080814185303/cesol2.png /pub/Blogs/BlogPostMarceloBranco20080814185303/cesol.png

Segunda-feira estarei chegando em Fortaleza para participar do Congresso Estadual de Software Livre Ceará (CESoL-CE) que é organizado pelo ttp://wiki.gelsol.org/wiki/Gelsol/Oqueeh GELSoL? .

O Congresso tem uma grande programação e não deixará de discutir temas importantes da atual conjuntura brasileira. Dentre os temas escolhidos, o projeto Cibercrimes recentemente aprovado pelo Senado, será um dos destaques.

Eu ficarei em Fortaleza toda semana, participando do evento e trabalhando nas minha demais atividades profissionais. Graças aos organizadores, montarei meu escritório de trabalho por lá.

Eu faço a palestra de abertura do evento Projeto cibercrimes-Azeredo e a Sociedade em Rede: desafios para construção de um modelo social, democrático no Brasil e participo de mais algumas outras mesas: Mesa-Redonda: Retorno a Comunidade, O Software Livre na estratégia de desenvolvimento do setor de TIC's e da mesa redonda de encerramento: Projeto de lei cibercrimes-Azeredo juntamente com meus amig@os Alexandre Oliva e Fabianne Balvedi.

obrigado Roberto Parente pelo convite e por toda articulação da minha infra. ]]> MarceloBranco: Gil: um Ministro fora do comum 2008-08-08T12:30:23+00:00 /bin/view/Blogs/BlogPostMarceloBranco20080808123023 -->

A saída do Ministro-hacker gera expectativa

/pub/Blogs/BlogPostMarceloBranco20080808123023/Gil_castells_eu_CP.jpg Foto: Gilberto Gil, Manuel Castells, eu e Cláudio Prado no Fórum Social Mundial 2005

Eu conheci pessoalmente o Gil "Ministro" em 2003 e conheci mais profundamente o Gil "intelectual" e "ativista" no V Fórum Social Mundial em Porto Alegre onde organizamos um grande debate e muitas atividades paralelas. Posteriormente tivemos alguns encontros e armações conjuntas em outras partes do mundo e ele sempre demonstrou um compromisso político e ético de tocar, com toda energia que o caracteriza, os temas do software livre, da cultura livre e de questionar a chamada propriedade intelectual caduca.

Acompanhei diálogos e atuações de Gil com Richard Satallman - hacker criador do movimento software livre - , acompanhei papos com Manuel Castells (no Brasil e Barcelona) e papos com tantos outros que estudam e vivem intensamente as novas práticas sociais criadas pela Internet e suas conseqüências. Vi ele ser ouvido por ter o que falar, por sacar o que tá acontecendo, elaborar sobre o tema e ser uma referência pros caras.

Qualquer brasileiro deveria ficar orgulhoso de ter um ex-Ministro deste gabarito e "fora do comum" em relação ao perfil burocrático dos Ministros convencionais. Em todo mundo, integrantes das comunidades da Internet, do Software Livre e da Cultura livre sempre me falavam com admiração, e uma certa inveja, pelo fato de termos Gil de Ministro e comparando com os burocratas conservadores de seus países.

Respeito sua decisão pessoal e ao mesmo tempo sinto que ele esteja deixando o Ministério com uma grande obra realizada e uma maior ainda por realizar.

Mas respeito os desejos do seu coração...afinal ele é artista...

O MINC, liderado pelo Ministro e artista Gilberto Gil, desenvolveu programas e ações públicas de estímulo e experimentação das formas criativas proporcionadas a partir das novas possibilidades criadas pela revolução digital. Esta iniciativa do poder público está fortemente enraizada nas bases da sociedade civil de internautas brasileiros e tem sido o norte dos programas de inclusão digital liderados pelo MINC.

Os Pontos de Cultura do programa Cultura Viva, são um bom exemplo de como se estabelece uma relação de apropriação das tecnologias e do controle do processo num programa, inicialmente governamental, mas que vem estimulando e transferindo a cada dia que passa uma maior autonomia para os gestores sociais que transformaram o programa em um projeto da sociedade.

Além de estimular as novas práticas criativas, o programa questiona e abriu um debate nacional e internacional sobre o atual ordenamento jurídico da gestão autoral, copyright e da chamada propriedade intelectual. Questiona e afirma, na prática, que o atual ordenamento jurídico internacional está ultrapassado. Defende que temos que construir, com muito debate, um novo marco legal – moderno e democrático – que incorpore estas novas práticas de forma afirmativa. Acredita que esta é uma grande oportunidade para o Brasil, na perspectiva de que este novo ordenamento jurídico atue a como motor do processo criativo e da inovação tecnológica e não como um freio, um bloqueio ou como algo considerado criminoso.

Este exitoso programa e o apoio social que ele vem ganhando junto à sociedade e as demais práticas inovadoras do MINC na gestão Gilberto Gil esperam, com grande expectativa, uma continuidade e aprofundamento.

Na contramão de tudo isso o projeto de Cibercrimes, recentemente aprovado pelo Senado, se choca com todas estas iniciativas porque algumas práticas e idéias estimuladas pelo Gilberto Gil e pelo MINC estariam sendo contidas, reprimidas ou colocadas na ilegalidade penal pelo Projeto do senador Eduardo Azeredo. A aprovação da lei dos cibercrimes, em pleno mandato do Presidente Lula e do ex-Ministro Gilberto Gil, trariam também um grande desgaste político internacional para o Brasil e para as propostas defendidas pelo MINC e pelo próprio ministro Gil. Os milhares de agentes sociais dos pontos de cultura estão profundamente contra a aprovação da lei dos cibercrimes e são lideranças importantes da resistência que se manifesta através da rede.

Gilberto Gil, como Ministro e intelectual, tem contribuído no time dos grandes pensadores mundiais sobre este tema e colocado nosso País em destaque neste debate, como uma referência positiva e moderna.

Que o Gil "artista" continue sendo político, falando de política, falando de software livre, cultura livre...cantando "máquina de ritmo"...

...até a próxima armação.

Gil no Estadão: 'Sou hacker. Um ministro hacker’

Hacker não é Cracker (ver a diferença) ]]> MarceloBranco: A Internet não é um caso de polícia! 2008-08-01T20:02:23+00:00 /bin/view/Blogs/BlogPostMarceloBranco20080801200223 -->

Lei dos cibercrimes é contrária aos interesses do Brasil e às políticas implementadas pelo Governo do Presidente Lula e do ex-Ministro-Hacker Gilberto Gil

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Um texto que pretendo justificar uma tomada de posição política unitária do Governo do Presidente Lula em relação as ameaças e instabilidade que o Projetos de Cibercrimes, do Senador Azeredo e aprovado pelo Senado, trarão as políticas traçadas até aqui pelo governo federal.

Faço uma introdução que embasam a minha compreensão política sobre o período e procuro desenvolver o antagonismo do projeto com as políticas desenvolvidas pelo MRE, MINC, PR-Inclusão Digital, SNDH e Ministério da Justiça e o estrago político que significa aprovar um código penal para a Internet na gestão do Presidente Lula e do ex-Ministro Gilberto Gil.

Baixe o texto completo aqui ]]> AntonioTerceiro: debconf8: eu vou! 2008-08-01T13:23:31+00:00 /bin/view/Blogs/BlogPostAntonioTerceiro20080801132331 --> I'm going to DebConf8, edition 2008 of the annual Debian developers meeting

atrasado, correndo, mas é isso aí.

(mas pelo menos eu vou!)

uhu! smile ]]>